Divergente - Veronica Roth

Olá amorecos como estão?! Espero que bem.

Bom, enfim comecei a ler a trilogia Divergente da autora Veronica Roth, publicada pela Editora Rocco. Ganhei a coleção do colaborador Lucas F. e confesso que relutei um pouco pra ler, mas até que estou gostando. Sendo bemmmm sincera não é um dos gêneros literários que mais amoooo, mas, to conseguindo absorver bastante coisa e refletir sobre a sociedade atual ainda mais.
Acho que estão cansados de saber a respeito da história, afinal já saiu até os filmes, por isso não vou me aprofundar muito, mas deixo aqui o link da resenha do próprio Lucas F. que explica um pouco da história brilhantemente (clique aqui). Deixo também um vídeo do Edu Cilto (BookTuber) que além de explicar um pouco sobre a história, de maneira bem humorada, ensina como se tornar um Divergente.


A história de Tris ou Beatrice Prior (nome completo) de início não me chamou muito a atenção, e, embora muitos discordem do que eu vou falar, achei o início muito repeteco da série Jogos Vorazes, com uma cerimônia de escolha de facção, abandono de uma família e tals, isso até me fez emperrar um pouquinho a leitura de início, no entanto, com o decorrer da história vi que não era bem assim e que tanto a personagem principal, quanto os demais personagens tinham muito conteúdo a ensinar e nos fazer refletir.

Começando pelas facções que simbolizam as escolhas políticas, religiosas, sexuais e outras tantas escolhas de nossa sociedade atual:


Os "sem facção" (ás vezes escolhem não seguir uma facção, ou são excluídos por não ter uma das características impostas) representam os que não seguem determinada crença, opção política, ou seja, são diferentes do que a sociedade "impõe", não vivem em um determinado grupo social - comunidade.

"...Viver sem facção não significa apenas viver na pobreza e no desconforto, significa viver afastado da sociedade, separado da coisa mais importante da vida: a comunidade..."

Assim como ser diferente apresenta um certo risco na sociedade atual - não é à toa que vemos casos e mais casos de bullying, preconceito, o que gera violência cada dia mais precária - ser divergente representa perigo, afinal, é ir contra a massa, contra o governo.

Tris, mostra nesse primeiro volume da série, que não devemos ir contra nossos valores, crenças e vontades em prol de seguir o que nos é imposto. Devemos encarar de frente a nós mesmos, que acabamos sendo influenciados a todo o momento e acabamos deixando nossa própria personalidade de lado, por medo do que as pessoas vão falar ou pensar.
Uma outra coisa que o livro nos faz refletir é o enfrentamento de nossos maiores medos, que passam, a ser dos males o pior, só basta que enxerguemos de outra perspectiva.
Na história também tem um romance super lindo, que torna a história ainda mais interessante, afinal, (meninas e meninos que gostam de meninos) que dilícinha o Quatro (Tobias). 





Pra finalizar parece que as facções se separaram, e agora (Lucas F. que você fez comigo... to mega ansiosa pra saber a continuação do livro... correr pra ler o segundo volume - depois resenhar procês').

Beijokas e até a próxima!!!!

2 comentários :

  1. Graz minha linda bem vinda ao mundo de Divergente, você vai ficar muito ansiosa até o próximo.
    Que bom que gostou :)
    Beijos, Maisa.

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    1. Ansiosa nada... já to é lendo kkkkk ^.^

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