[Por Trás da Poltrona] - Maze Runner: Prova de Fogo - Por: Cláudia Ferreira

Olá seguidores do Faces de Uma Capa! Eu sou Cláudia Ferreira e hoje eu vou falar um pouco sobre o filme de ação e suspense “Maze Runner – Prova de Fogo”. Baseado no livro homônimo de James Dashner, estreado nos cinemas de todo Brasil no dia 18 de setembro de 2015, protagonizado por Dylan O’Brien (Teen Wolf), dirigido por Wes Ball e continuação do filme “Maze Runner – Correr ou Morrer”, por isso se você ainda não assistiu ao primeiro filme, para imediatamente de ler esta resenha: ela contém SPOILERS! 


Maze Runner – Prova de Fogo” começa exatamente onde “Correr ou Morrer” termina. Com Thomas (Dylan O’Brien) e seus amigos dentro de um helicóptero, aterrissando no deserto, há caminho de um novo “abrigo”. Ainda traumatizados com as surpresas e perdas que aconteceram no labirinto, Thomas, Teresa (Kaya Scodelario), Minho (Ki Hong Lee), Newt (Thomas Sangster) e os outros, terão que passar por um novo desafio: “A Fase Dois”.




Depois que um vírus denominado Fulgor contamina a maioria da população e os jovens são os únicos que não foram afetados, CRUEL (uma organização composta por sobreviventes responsáveis em encontrar a cura para a humanidade) decide usar esses jovens como cobaias, mas Thomas, um jovem esperto, que já fez parte dessa organização e que foi mandado para o labirinto (com a memória apagada) com o motivo de discordar da CRUEL e não acreditar em uma cura permanente, volta a ter vislumbres do seu passado e como que em uma confirmação para tudo o que está acontecendo, ele conhece Aris (Jacob Lofland), um garoto também esperto que fez parte de um outro labirinto e que alerta e decide ajudar Thomas a fugir com os seus amigos para o deserto e não ser mais um na lista de “jovens cobaias” da CRUEL.




O único problema, talvez o maior deles, é que no deserto existem os Cranks; seres humanos infectados com o vírus, que perderam a sanidade e mais parecem zumbis, que correm atrás das poucas pessoas que restaram, com um sentimento de ódio e fome!
Por sorte, antes da fuga, Thomas ouve de Ava Paige (Patricia Clarkson) e Janson (Aidan Gillen) que do outro lado do deserto existe outra organização que socorre jovens que estão em busca de uma nova vida longe da CRUEL e dos Cranks, chamado “O Braço Direito”.
No meio do caminho e de uma forte tempestade, Thomas e os outros entram em um galpão abandonado e conhecem Brenda (Rosa Salazar), uma refugiada que com a ajuda de seu amigo Jorge (Giancarlo Esposito) decide ajudar esse grupo a recomeçar...



Do começo ao fim o filme te prende de uma maneira muito prazerosa. Muitas emoções e surpresa que te fazem pedir pela próxima cena e ansiar pelo próximo filme. Efeitos especiais e um elenco tão talentoso que eu gosto tanto! 
Enfim, um estilo de filme/livro que eu não vivo sem! Distópico, com continuação, que te faz levar sustos, mas que também te traz alegria e, principalmente, faz com que você torça pelos personagens, vibre e comemore com eles. Filmes imprevisíveis, com finais surpreendentes, que valem muito a pena assistir!

Claro, que por ser uma adaptação, muita coisa do filme é diferente do livro. Eu ainda não li os livros então não posso julgar, mas se você já leu e pretende assistir o filme em breve, me conte aqui nos comentários qual a sua opinião sobre a adaptação, mas também não se esqueça de avaliar o filme em si!

Espero que tenha gostado da resenha! Até semana que vem com a próxima. Beijos de luz. Cláudia F.

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