Cidades de Papel - John Green

Gente primeiramente gostaria de desejar um feliz dia do amigo pra vocês leitores do Faces, e nada melhor para comemorar esse dia, como contar pra vocês uma linda história de amizade, fator muito presente nas obras do John Green, esse jovem que a cada livro escrito, encanta mais e mais quem o lê, pelo menos a meu ver.

Cidades de Papel, foi resenhado (o filme) aqui no blog recentemente pelo Lucas e me instigou a ler o livro que eu já havia comprado, mais ainda não tinha sentido que era o momento de lê-lo.
Confesso que de assim que terminei de ler o livro senti meio "depre", mais depois ao pensar e digerir melhor a história vi na verdade que se trata de uma bela lição de amizade, amor e sobre a vida.


Quentin um jovem, aluno do último ano do colégio, um belo dia está deitado em seu quarto e eis que aparece na janela de seu quarto sua amiga e vizinha de infância Margo Roth, que há tempos nem sequer falava com ele, ela surge com um pedido de ajuda, essa ajuda gira em torno de uma aventura onde ela deseja cumprir 12 missões, totalmente sem pé nem cabeça, mais por conta de seu sentimento pela jovem ele decide lhe ajudar, e acaba descobrindo muitas coisas sobre a garota, coisas que talvez nem ela mesma saiba.
No dia seguinte como num passe de mágica a garota desaparece, deixando pistas, que ele imagina ter sido deixadas pra ele, e ele começa a ir atrás dessas pistas sem medo do que pode vir a encontrar.

"... Margo sempre adorou um mistério... 
talvez gostasse tanto de mistérios que acabou se tornando um..."

A história se passa em Orlando, o que a meu ver tornou ainda melhor, afinal tem como cenários parques, e locais um mais lindo que o outro,

 Outra questão que a meu ver foi e é muito interessante nos livros de Green são as reflexões sobre a vida, que ele coloca a todo o instante.
No caso de Margo, dois pontos foram possíveis de perceber no livro, primeiro a questão de o que é ou não certo em nossa existência "Universidade, entrar ou não. Confusão, se meter ou não... Casa:... própria ou alugada... É tudo muito chato...". E não poderia deixar de lado, é claro, o fato de querermos que as pessoas sejam do nosso jeito, ajam de nosso jeito, e sigam o que esperamos dela e não o que é melhor pra ela.
Pois é, convido e recomendo essa maravilhosa viagem em busca de Margo, mas quando chegar ao final, lembre-se que você poderá ou não encontrá-la, só não se decepcione e não desista, afinal, assim como o senhor Walt Whitman em canção de mim mesmo menciona (poesia referenciada no livro do John Green) "...todo átomo pertence a mim também pertence a ti... expressas-me melhor que eu mesmo...", ou ainda como o senhor John nos propõe, será que existe uma "... Margo pra cada um de nós... mais espelho do que janela...".

2 comentários :

  1. Nossa, Grazi, que linda a sua resenha! Você escreve de um jeito tão leve e sutil! Amei as frases que você encaixou durante a resenha, e com certeza eu vou ler o livro e assistir o filme! Beijos e parabéns! =)

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    1. Cláudinha obrigada pelo comentário linda... escrevo com a alma, aquilo que sinto... Que bom que gostou ^.^
      Bjkas!!!

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